Ansiedade

Estudo prova que ansiedade é mais comum para as mulheres

Muito além de uma suposição, pesquisadores analisaram a fundo as pessoas ansiosas. Nisso, foi divulgado um estudo comprovando que a ansiedade é mais comum para as mulheres.

Então, confira o que essa pesquisa relata. Veja ainda as taxas preocupantes que indicam como a ansiedade afeta pessoas em todo o mundo.

A ansiedade é mais comum para as mulheres

A ansiedade é algo que pode acontecer com todos os indivíduos. Porém, quando essa dificuldade passa a interferir na vida de uma pessoa, ela evolui para um transtorno afetivo. Então, nessa área que foi realizada uma análise entre as probabilidades para desenvolver problemas de ansiedade entre homens e mulheres.

Observar a saúde mental feminina é algo fundamental para garantir o bem-estar desse público. Logo, foi isso que um grupo de pesquisadores propôs em um estudo da Universidade de Cambridge.

Ao avaliar mais de mil pesquisas e artigos sobre depressão e ansiedade, com a publicação feita desde 1999, os estudiosos chegaram a uma conclusão alarmante. Segundo eles, o transtorno de ansiedade é duas vezes mais frequente para as mulheres do que para os homens.

Além disso, o índice é abrangente, não segregando por etnia, nível de escolaridade, localização ou classe social. Todas as mulheres estão sujeitas a terem mais ansiedade do que o público masculino.

A ansiedade apresenta números preocupantes

Os transtornos afetivos são mais comuns do que se pode imaginar. Entre eles estão: a ansiedade, a bipolaridade e a depressão. Por isso, é fundamental olhar para esses dados para encontrar uma solução.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), essas condições afetivas afetam 1 a cada 3 indivíduos em todo o mundo. Esse índice é algo preocupante e que deve ser levado em conta.

Quando o foco recai sobre a ansiedade, esse distúrbio atinge um número ainda maior em todo o planeta. Na população mundial, 4% das pessoas apresentam algum tipo de transtorno de ansiedade.

Ao avaliar a relação entre esses distúrbios afetivos entre os gêneros, o grupo feminino ainda está liderando as estatísticas: 42% das mulheres sofrem com transtorno de ansiedade, enquanto apenas 29% dos homens tendem a essa condição.

Formas para tratar a ansiedade

De acordo com a OMS, a ansiedade é um sentimento frequente de profunda preocupação, medo ou incapacidade. Em questões físicas, a pessoa pode apresentar sintomas como: taquicardia, náuseas, insônia, tremores e suor excessivo.

Sendo assim, para manter a qualidade de vida das mulheres é essencial conseguir tratar a ansiedade. Em geral, os especialistas indicam medicação própria com ansiolíticos e o acompanhamento com psicoterapia.

Além dessas formas, também existem os tratamentos naturais, como os suplementos contra ansiedade. Ao contrário dos remédios convencionais, a suplementação não causa dependência ou efeitos colaterais.

Por fim, é crucial levar em conta o estudo que prova que a ansiedade é mais comum em mulheres. Sendo assim, já tendo uma predisposição, é possível cuidar ainda mais e prevenir a chegada desse transtorno afetivo.

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